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[Contacto] Mitsubishi Lancer Sports Sedan 2.0 DI-D INTENSE.

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[Contacto] Mitsubishi Lancer Sports Sedan 2.0 DI-D INTENSE.

Mensagem por Cavaleiro em Sex Jun 27 2008, 23:24





Japanese mix
Enquanto não chegam as versões Sportback (cinco portas), Ralliart e Evolution, o Sports Sedan 2.0 DI-D é, por agora, o melhor de todos os Lancer. O design, a dinâmica e as performances são apenas alguns dos seus trunfos. Mas atenção: nem tudo são virtudes…

Por: Bruno Castanheira Fotos Miguel Ângelo Silva

Numa altura em que se contam pelos dedos de uma só mão os modelos de três volumes existentes no segmento C em Portugal, a Mitsubishi aposta tudo no novo Lancer Sports Sedan. Pelo menos até Setembro próximo, altura em que será introduzida na gama a carroçaria Sportback (cinco portas), que será responsável por 70% do volume total de vendas desta nona geração (24% serão assegurados pelo Sports Sedan; 6% pelo Evolution).

Previstas para o próximo mês de Junho, as versões Evolution e Ralliart estarão equipadas com o motor 2.0 turbo de 240 cv, associado à tracção integral. Para a Primavera de 2009 fica o novo motor 1.8 turbodiesel common-rail de 140 cv, produzido pela própria marca nipónica.

De todas as versões do novo Lancer Sports Sedan à venda no nosso país, a melhor e mais apelativa é, por ora, a 2.0 DI-D. Na especificação Intense, assume elegância estilística e competência dinâmica sem precedentes. Mas os trunfos deste novo familiar não se esgotam no design, na dinâmica e nas performances. Contudo, não é caso para embandeirar em arco: nem tudo são virtudes...

Desenvolvido tendo como fonte de inspiração o Evolution, o novo Sports Sedan é o mais apelativo de todos os Lancer “normais” construídos até hoje. Pelo menos, no que aos três volumes diz respeito.

Se dúvidas houver, observe-se a grelha “Jet Fighter”, a nova identidade visual da Mitsubishi. É, sem dúvida, o detalhe mais apelativo. Mas existem outros, nesta especificação Intense: grupos ópticos elegantes; pára-choques agressivos; minisaias laterais; e jantes de 18” com dez raios (estes três últimos provenientes do opcional pack sport). Não fosse o som de funcionamento do motor e este Lancer a gasóleo facilmente passaria pela versão a gasolina, visto não exisitirem letterings na carroçaria.



Bem menos inspirado do que o exterior é, sem dúvida, o interior. O ambiente tem um traço desportivo, mas demasiado sóbrio e tímido. A proximidade estética com o Outlander é evidente. Mais pelo desenho do tablier e pela existência de plásticos duros. Mas a qualidade é bastante razoável. Tal como o posto de condução, que é correcto. O espaço interior é de bom nível. A mala, com 400 litros de volume, dispõe de um acesso dificultado pela configuração da carroçaria. Os locais de arrumação também convencem. Quanto a equipamento, esta versão é expressiva, sobretudo no caso desta unidade, que surge dotada das seguintes opções: sistema de acesso sem chave; sistema de navegação com ecrã táctil colorido de 7”; bancos em pele com aquecimento nos dianteiros; “Music Server” (composto por um disco de 30 GB, permite gravar CDs áudio e reproduzir CDs gravados nos formatos mp3 e wma); faróis bi-Xénon; luzes de berma; sensores de estacionamento traseiros. Destaque para o excelente sistema de som Rockford Fosgate (inclui nove colunas, que perfazem um total de 650W), presente de série.

Anunciando uma rigidez torcional superior à do anterior Lancer Evo IX, o novo Lancer Sports Sedan é 56% melhor a este nível comparativamente à geração anterior. Se a este dado importante juntarmos a suspensão firme, os pneus Yokohama Advan A10, de medida 215/45 (barulhentos em curva), o ruidoso mas performante motor turbodiesel de origem VW, a direcção pesada mas comunicativa q.b., o comando da caixa duro mas agradável de manusear, o controlo de estabilidade, os travões eficazes e a honestidade de todas as reacções, está explicado porque é que a condução do novo Lancer 2.0 DI-D é envolvente.



Face à versão 1.5 a gasolina de 109 cv, analisada na anterior edição da AutoMotor, esta variante a gasóleo é mais performante e dispõe quer de uma suspensão mais firme (por via do opcional pack sport) quer de uma direcção com melhor feeling, facto que a torna, sem dúvida, bem mais agradável de conduzir.

A falta de motricidade não é muita desde que se mantenham as rodas direitas. O pisar sólido e a honestidade de todas as reacções são outras características deste familiar nipónico. Até chegar, no próximo ano, o novo motor 1.8 turbodiesel common-rail produzido pela Mitsubishi, o novo Lancer Sports Sedan parece não ter alternativa senão utilizar o motor de 140 cv (que recorre ao sistema injector/bomba) oriundo da VW, que tem acoplada uma caixa manual de seis velocidades. Acelerações e reprises são de bom nível. Os consumos estão longe de serem elevados.



Custa 30 000 euros, na especificação Intense, sem qualquer extra e sem despesas, o novo Lancer Sports Sedan 2.0 DI-D.

Fonte: AutoMotor

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